Vivemos em um cenário sócio-cultural que afeta e modifica nossos hábitos, nossos modos de trabalhar e de aprender, além de introduzir novas necessidades e desafios relacionados à utilização das tecnologias de informação e comunicação - TIC's. Os computadores começam a se fazer presentes em todos os lugares e, junto às novas possibilidades de comunicação, interação e informação advindas com a Internet, provocam transformações cada vez mais visíveis em nossas vidas.
Você pode ter ouvido falar dos chamados "nativos digitais" - pessoas jovens, que cresceram em ambientes ricos de tecnologias e as usam na vida cotidiana para estudar, relacionar-se, comprar, informar-se, divertir-se, trabalhar, compartilhar, e dos "imigrantes digitais" - pessoas que procuram se adaptar a esse novo ambiente tecnológico, incorporando-o cada vez mais à sua vida cotidiana. É comum que a maioria de nós esteja nesse segundo grupo. Mas isso não é problema. Ninguém sabe tudo - sempre podemos ensinar algo a alguém e ainda aprender com os outros. O importante é não se deixar intimidar pelo desconhecimento desse tipo de trabalho, inexperiência, timidez, medo de errar e aproveitar essa vivência para estudar, praticar, buscar apoio e aprender mais e melhor.
É preciso descobrir novos caminhos e modos de atuar que favoreçam um diálogo com a tecnologia ao promover a inclusão digital.
Você pode ter ouvido falar dos chamados "nativos digitais" - pessoas jovens, que cresceram em ambientes ricos de tecnologias e as usam na vida cotidiana para estudar, relacionar-se, comprar, informar-se, divertir-se, trabalhar, compartilhar, e dos "imigrantes digitais" - pessoas que procuram se adaptar a esse novo ambiente tecnológico, incorporando-o cada vez mais à sua vida cotidiana. É comum que a maioria de nós esteja nesse segundo grupo. Mas isso não é problema. Ninguém sabe tudo - sempre podemos ensinar algo a alguém e ainda aprender com os outros. O importante é não se deixar intimidar pelo desconhecimento desse tipo de trabalho, inexperiência, timidez, medo de errar e aproveitar essa vivência para estudar, praticar, buscar apoio e aprender mais e melhor.
É preciso descobrir novos caminhos e modos de atuar que favoreçam um diálogo com a tecnologia ao promover a inclusão digital.

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